quarta-feira, 27 de maio de 2009

Estudo mapeia violência em escolas públicas de Ribeirão Preto (SP)

da Folha de S.Paulo, em Ribeirão Preto.

Numa escola, a diretora negocia com alunos para evitar depredações. Em outra, 72% dos estudantes dizem ser vítimas de bullyng. Em mais uma, 71% dos professores afirmam ter baixa autoestima.

Os cenários constituem um retrato de escolas públicas da região de Ribeirão Preto feito pelo Observatório da Violência e Práticas Exemplares da Universidade de São Paulo.

Entre 2007 e 2008, 30 pesquisadores ligados ao Observatório analisaram e praticaram ações de intervenção nas unidades de ensino. Após a experiência, fizeram relatórios que serão reunidos num livro sobre violência nas escolas dessa região do interior.

Um dos casos, ocorrido na escola Professora Glete de Alcântara, na periferia da cidade, fez a pesquisadora Márcia Batista comparar o episódio a situações vividas em presídios. Isso porque a direção da escola precisou negociar uma maneira de evitar as depredações.

Em troca da ordem, oferecia cachorro-quente aos alunos num dia da semana, por exemplo.

A dirigente regional de ensino de Ribeirão, Gertrudes Aparecida Ferreira, diz que as considerações sobre a Glete de Alcântara são carregadas de 'uma certa dose de exagero'.

A dirigente afirmou desconhecer qualquer tipo de negociação com os alunos para evitar depredações.

Um comentário:

Márcia disse...

Olá. Te encontrei através de comentário que fez na página de outro professore em São Jose dos Campos.
Estamos em luta, mas eu acredito na nossa vitória.
Precisamos nos unir.
Tive um pouco de dificuldade para encontrar professores no estado de São Paulo.
Mas os professores me encontram, e assim vamos crescendo.
Existem vários problemas e gostaria que entrasse na minha pagina para ver as matérias que postei, pois assim poderia indicar para outros colegas.
Estarei criando uma rede de professores, blogs para que possamos continuar a trocar idéias.
Gde abç